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19 de mai de 2015

Relatório Lilás é lançado no dia 22/05/15



Com o filho tao pequeno ainda Carolina Santos fez questa de estar presente no lançamento do Relatório Lilas onde foi homenageada pelo deputado Edegar Pretto por transitar na condição de vitima de violência domestica e militante nas causas feministas.

Na foto vemos Carolina com seu filho no colo.

O documento foi organizado pela Frente Parlamentar dos Homens pelo Fim da Violência Contra a Mulher e publicado pela Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa. O relatório tem 166 páginas e também conta com dados e reflexões sobre feminicídio, mulheres em situação de prisão, violência de gênero, lei Maria da Penha, a relação entre raça e gênero, mulheres do campo e outros temas.

No ano passado recebeu o convite de poder participar da elaboração da 2º edição do Relatório Lilás escrevendo um artigo que fala de mulheres com deficiência e a perspectivas delas no enfrentamento a violência e suas desigualdades de gênero.

O lançamento acontece neste sexta-feira 22/05/15 no Palácio do Ministério Público na Praça da Matriz, centro de Porto Alegre ás 18:30.
Com grande presença da Ministra Secretária de Políticas Públicas para Mulheres Eleonora Menicucci.

Para Carolina que hoje é coordenadora de um grupo de mulheres com deficiência as Inclusivass é fundamental que as mulheres com deficiência tenham serviços qualificados para receber estas vitimas e fala da Carta das Mulheres com Deficiência que traz propostas para este enfrentamento salientando que estas mesmas mulheres no Brasil, correspondem a 13,53% dos 45,6 milhões de brasileiros com alguma deficiência, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE - 2010). Ou seja, são cerca de 25 milhões de mulheres que além de enfrentarem as desigualdades de gênero existentes na sociedade, também enfrentam a falta de oportunidades, direitos e cidadania, o que nos expõe a maiores vulnerabilidades.


São elas as propostas:

3. Criar e divulgar número acessível para mulheres surdas e com dificuldades de fala notificarem casos de violência, potencializando o atendimento do disque 180 e pelo 0800 5410803 (Rede Lilás).

4. Garantir e divulgar levantamentos de dados sobre violência contra as mulheres com deficiência junto aos juizados especializados, que devem ser ampliados na perspectiva na inclusão.

5. Incluir no formulário do Boletim de Ocorrência o item “deficiência”. 

6. Difundir a Lei Maria da Penha na rede de ensino, garantindo os formatos acessíveis e fortalecendo a cultura de respeito entre os gêneros e a diversidade entre as pessoas.

7. Capacitar agentes do serviço público (executivo, legislativo, judiciário, MP) para prestar atendimento adequado a mulheres com deficiência nas mais diversas áreas, mas em especial na área da saúde e violência, para que atuem de forma humanizada no atendimento às mulheres com deficiência.
Só poderemos falar de gênero, desigualdades, feminismo e violência se estas mulheres forem incluídas nestes temas respeitando sua dignidade á vida.



O vídeo abaixo tem a primeiro participação de Carolina no ano de 2013.



Fonte:inclusivass.blogspot.com






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