3 de mar de 2015

Violência de Gênero.Por: Carolina Santos


Texto escrito: Carolina Santos.

Desde a idade Média as mulheres se tornaram um objeto perante aos homens  sua principal função era respeitar e obedecer seu marido, além de vitimas das inquisições e de acusações de bruxarias por serem responsáveis dos cuidados aos doentes e pelo uso da plantas.
Brutalmente essas mulheres eram condenadas á fogueira e queimadas viva, já outras mulheres entregaram-se a vida religiosa marcando assim a influência da igreja Medieval.
Mesmos anos mais tarde não contentes com as desigualdades sofridas por elas perante os homens e fora da Declaração dos Direitos do Homens e Cidadão, uma revolucionista Olympe de Gouges insatisfeita com a situação  resolveu reagir aos Direitos da Mulher e Cidadã resultando em sua condenação a guilhotina.
Este foi um marco na idade média, logo depois a mulher conquistou seu direito a emancipação e seu espaço na sociedade, tendo  direito ao voto, direito ao trabalho em empresas mesmo sofrendo com as desigualdades salariais, na politica e na mundo ciêntifico lá estavam elas ganhando seus espaços.

Hoje em pleno século XXI vivemos em uma sociedade que ainda vê a mulher com um objeto e pouco avançamos,  sofremos por outros tipos de violência, homens se sentem donos, matam, batem e agem de uma forma viu e cruel, além de sermos vistas ainda como as donas de casa que cuidam dos filhos enquanto o pai é o provedor da família, somos atualmente vitimas de nossos comportamentos rodeadas de esteriótipos.
A mulher passou  ser vítima de vários tipos de violência, lutando constantemente para seu direito de igualdade de gênero, ser mulher é algo que nos diferi dos homens e carregamos com a gente um passado tão presente as vezes que temos que provar a todo momento que somos sim capazes de avançar e temos os  mesmos direitos e deveres.

Esta desigualdade é fruto de uma sociedade denominante machista que esta presente nas leis e nos costumes dando a entender um falso poder aos homens.
A mulher é a maior  vitima de  violência de gênero. De acordo com as estatísticas, em 95% dos casos de violência contra a mulher, o homem é o agressor.
Sabemos que já avançamos mas a muito por se fazer, temos que mudar  a cultura machista ensinando nossos filhos o direito de igualdade entre homens e mulheres, mostrar pra eles o que até ontem era algo indiscutível.
A limitação da violência doméstica e familiar contra a mulher se dá pela própria gravidade do tema e sua visão social.
Ao lermos uma noticia ou vermos uma matéria nos deparemos com o aumento destes índices, mesmo com o avanço em leis e direitos das mulheres estamos no retrocesso do atraso da sociedade,precisamos melhorar a cultura machista pois ela reflete diretamente a nós mulheres, a mídia com suas propagandas, novelas e filmes propagam as nós mulheres o descaso de gênero, já no governo avançamo pouco quando o caso é política de igualdade e poucos cargos são chefiados por mulheres sendo a maioria deles ocupados por homens e assim permanecemos no passado onde somente os homens obtiam total poder.
A violência de gênero produz e reproduz, por sua vez, relações de poder onde estão as categorias de gênero, raça/etnia, religião e classe.
Sim nós mulheres continuamos escravas das imposições religiosas que ferem os direitos das mulheres, somos mutiladas, sujeitas as culturas que muitas vezes punem e condenam nos levando aos maus tratos das submissões, em muitas culturas o homem pode ter várias mulheres, mas a esposa deve ser fiel ou é castigada perante a sociedade.
Apesar das lutas das feministas serem árduas em torno das questões relacionadas as mulheres. Nunca se falou e nem pesquisou tanto em relação a violência e mulher.
As leis que nos protegem estão  avançando, a própria Lei Maria da Penha que foi criada através do história de vida real de uma mulher que era vítima de uma violência brutal cometida contra ela por seu próprio marido e foi assim que esta lei foi criada para proteger nós mulheres contra os agressores ou qualquer tipo de violência cometida contra nós..
A muito a se fazer mas já estamos trilhando no caminho da igualdade.

"Sejamos autoras das mudanças,
 Sejamos autoras da igualdade,
 Sejamos autoras da LIBERDADE."

Fonte:inclusivass.blogspot.com

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