.cloud-label-widget-content { text-align: left; } .label-size { background: #5498C9; border-radius: 5px; display: block; float: left; margin: 10px 6px 3px 0; color: #fff; font-family: 'Arial',"Segoe UI",Arial,Tahoma,sans-serif; font-size: 11px; text-transform: uppercase; } .label-size:nth-child(1) { background: #F53477; } .label-size:nth-child(2) { background: #89C237; } .label-size:nth-child(3) { background: #44CCF2; } .label-size:nth-child(4) { background: #01ACE2; } .label-size:nth-child(5) { background: #94368E; } .label-size:nth-child(6) { background: #A51A5D; } .label-size:nth-child(7) { background: #555; } .label-size:nth-child(8) { background: #f2a261; } .label-size:nth-child(9) { background: #00ff80; } .label-size:nth-child(10) { background: #b8870b; } .label-size:nth-child(11) { background: #99cc33; } .label-size:nth-child(12) { background: #ffff00; } .label-size:nth-child(13) { background: #40dece; } .label-size:nth-child(14) { background: #ff6347; } .label-size:nth-child(15) { background: #f0e68d; } .label-size:nth-child(16) { background: #7fffd2; } .label-size:nth-child(17) { background: #7a68ed; } .label-size:nth-child(18) { background: #ff1491; } .label-size:nth-child(19) { background: #698c23; } .label-size:nth-child(20) { background: #00ff00; } .label-size a, .label-size span { display: inline-block; color: #fff !important; padding: 4px 10px; font-weight: normal; } .label-size:hover { background: #222; } .label-count { white-space: nowrap; padding-right: 3px; margin-left: -3px; background: #333; color: #fff ; } .label-size:hover .label-count, .label-size:focus+.label-count { background-color: #ff6bb5; }

7 de out de 2014

Açúcar dificulta a recuperação no caso de lesão na medula espinhal



Especialistas do Japão defendem que, ao mantê-lo em níveis normais, é possível alcançar uma melhora motora expressiva
Mais um motivo para diminuir o consumo de açúcar: o composto pode piorar a recuperação no caso de lesão na medula espinhal, condição capaz de debilitar uma pessoa permanentemente. Em experimento com ratos, pesquisadores da Universidade de Kyushu, no Japão, identificaram a hiperglicemia aguda — níveis elevados de açúcar no sangue — como um fator de risco independente no processo de recuperação em decorrência desse tipo de lesão. As descobertas foram relatadas hoje na revista científica Science Translational Medicine e sugerem que o controle glicêmico ajudaria médicos a evitar a deterioração neurológica adicional em humanos.

Kazu Kobayakawa e a equipe liderada por ele perceberam, em camundongos hiperglicêmicos, que as células imunes chamadas microglias se tornaram superativadas após o trauma na medula. Isso resultou na exacerbação da resposta inflamatória e em resultados patológicos e funcionais pobres. A microglia está envolvida na regeneração dos neurônios e, consequente, na recuperação de lesões. Quando a glicose estava mais alta nas cobaias, essas células hiperestimuladas trouxeram um efeito ruim para a regeneração.

Ao mesmo tempo, ao tratar esses animais com a insulina, a manipulação de concentrações de glicose no sangue resgatou os resultados funcionais, deixando de comprometer a recuperação. Um segundo estudo retrospectivo a partir da análise de dados clínicos de 528 pacientes com lesão medular revelou correlação entre os níveis de glicose no sangue e a melhora na atividade motora. O fenômeno foi percebido até mesmo em pacientes diabéticos — problema metabólico caracterizado pela hiperglicemia. “Os nossos resultados sugerem que a presença de hiperglicemia pode ser um prognóstico ruim para a lesão medular humana aguda e indicam que o controle glicêmico rígido pode melhorar os resultados”, conclui Kobayakawa.

Segundo o endocrinologista do Hospital Sírio-Libanês Antonio Roberto Chacra, a hiperglicemia é prejudicial em todas as circunstâncias. Alguns hospitais, inclusive, trabalham com o protocolo de hiperglicemia hospitalar. Nele, o nível glicêmico de pacientes precisa ser monitorado constantemente e controlado rigorosamente com o uso de insulina caso ultrapasse o índice normal. “Agora, vemos também a necessidade em pacientes com lesão na medula, mas, naqueles em Unidade de Tratamento Intensivo, com doenças coronarianas e em estado crítico, isso já é feito em alguns hospitais”, observa. Chacra ressalta que clinicamente é fácil observar o avanço da melhora quando há esse controle.

Fonte: Correio Braziliense

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe seu recado. Obrigado por participar pois sua opinião é importante para eu continuar meu trabalho.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...