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10 de nov de 2012

Eu e a Dor Cronica duas parceiras de vida.

Minha foto.

Hoje contarei mais uma de minhas história de vida, conto pois sei que poderei ajudar muitas pessoas que estão vivendo um momento dificil e sei que muitos iram se identificar  com elas e lá vai mais um relato e vida:
  Quem me conhece sabe que sou alto astral, estou sempre rindo, brincando e sempre a dar uma palavra amiga a quem precisa mas por traz desta mulher existe uma pessoa que a dez anos dribla algo que para muitos é o fim, viver todo este tempo com dores diárias e intensas não é para qualquer um, quantas vezes reclamamos por estar sentindo uma dorzinha de cabeça que em muitas das vezes basta o tomar um remédio e tudo esta resolvido mas para quem tem que viver com esta dor diariamente e ter que viver normalmente com ela não é nada fácil e sou a cadeirante mais humorada do mundo claro as vezes tenho vontade gritar pra não disser chorar e por mais que as vezes as pessoas acham ser um fiasco da minha parte, saibam não é, minha familia já esta adaptada a esta situação e não desconto em ninguem o que passo ou sinto afinal esta situação é minha e de mais ninguém e não me permito atormentar e sofro no silêncio desta dor pois se saísse por ai gritando pensariam que sou louca e com ela tenho uma vida normal em que muitos que convivem comigo não sabem o que passo  mas esta matéria é para mostrar minha realidade em relação a esta danada que incomoda a muitos cadeirantes por ai a fora, mas lembro que no inicio da lesão eu não sentia nada da cintura pra baixo era como se estivesse tudo morto e como se não tivesse minhas pernas no corpo, lembro de um fato que aconteceu logo no inicio meu querido e eterno tio Jorge sempre muito alegre teve a iniciativa por não querer aceitar o fato de eu não ter sensibilidade pegou cera quente- não se assuste é isso mesmo que  leu, cera quente e passou nas minhas pernas e logo puxou e me olhou para ver se tinha alguma reação de dor pois esta danada doi e muito e acreditem não fez nem cosquinha mas depois deste fato o tempo passou e eu continuava a me adaptar com esta realidade de ter algo no corpo e não sentir, mas depois de dois anos um certo dia eu comecei a sentir uma dor fraca nas pernas, pronto já sabem o que vou escrever, eu achei que com isso voltaria a andar pois para um cadeirante qualquer sensibilidade é como encontrar a luz no fundo do túnel e foi o que pensei.
   O tempo passou a cada dia a dor aumentava  mais e mais e o que era esperança passou a ser um tormento na  minha vida e tive que aprender que o que eu não sentia antes passei a sentir e muito e a dor  minha companheira diário faz parte da minha vida, fui a Brasilia para o Sarah e iniciaram o tratamento mas não adiantou, aqui no Hospital de Clinicas também tenho feito vários tratamentos e acreditem não adiante mas o tempo esta passando e a cada dia se agrava mais o que atrapalha minha qualidade de vida por as vezes vir com muita intensidade e não aguentar, os médicos explicam que esta dor é central por causa da minha lesão que não foi total e invés do celebro mandar a sensibilidade não ele manda a dor a toda hora.
   Ela só  não é sentida por mim quando estou dormindo e claro que nesta hora eu amo, terei que fazer algo o quanto antes e sei que existe tratamento que podem ajudar e um deles por sinal muito caro é o Neuro Estimulador uma cirurgia onde é implantado um eletro estimulador na medula e tem duas fases, implante deste aparelho e um controle remoto que fica fora do corpo e que é acionado caso a dor aumente mas colocarei uma matéria explicando todos os detalhes desta cirurgia e um vídeo.
  Eu já tomei uma decisão irei o quanto antes ao Sarah pois do jeito que esta não dá mas enquanto isso vou levando rindo das dores e acima de tudo feliz por estar viva.

Você pode contar sua história de vida é só entrar em contato por e-mail e juntos vamos mostrar outras realidades de superação.
E-mail: carol_dendena@|hotmail.com

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