22 de out de 2012

Lançamento da coleção de livros “Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo”

Convite do evento.


“Chapeuzinho da Cadeirinha de Rodas Vermelha”, Branca Cega de Neve” e outros nove livros que compõem a coleção em literatura infantil terão lançamento oficial no dia 23 de outubro, às 19h, na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre. Acompanhando a temática da obra, na ocasião também será inaugurada uma exposição acessível sobre as histórias dos livros, com piso podotátil e paineis com versão em Braille.


Na próxima terça-feira, dia 23 de outubro, às 19h, o Ministério da Cultura apresenta na CCMQ, em Porto Alegre, a coleção “Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo”, com textos e ilustrações do fisioterapeuta Cristiano Refosco e edição de arte e design gráfico do artista Leandro Selister. A proposta da obra é inovadora e tem foco na educação inclusiva: reúne 11 livros infantis inspirados nos clássicos contos de fadas em uma versão onde os personagens principais possuem algum tipo de deficiência, como a “Chapeuzinho da Cadeirinha de Rodas Vermelha”, a “Branca Cega de Neve” e “Pinóquio das Muletinhas” (veja abaixo a lista dos títulos). Para democratizar o acesso, a coleção conta com uma versão em áudio na qual é possível ouvir a contação das histórias e/ou acompanhar a audiodescrição das imagens de cada um dos livros.

Acompanhando a temática dos contos, durante o lançamento de “Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo” será inaugurada uma exposição acessível, com piso podotátil e paineis com versão em Braille, onde o público poderá saber mais sobre as histórias. Além disso, Daniel Uchoa, deficiente visual, fará uma apresentação com harpa. A visitação será até dia 11 de novembro. Na ocasião, 200 coleções estarão disponíveis por um preço especial.

“Era uma Vez um Conto de Fadas Inclusivo” tem o patrocínio do Banrisul ServiçosAGCO Grupo Savar, com apoio da Secretaria da Justiça e Direitos Humanos do RS (SJDH-RS). O objetivo principal da equipe é que a coleção se torne um instrumento de apoio no trabalho deinclusão das pessoas com deficiência, fomentando a utilização dos livros tanto nas atividades escolares quanto no convívio familiar. “Pretendemos que a coleção seja uma forma de disseminar a cultura da acessibilidade. Essa consciência deve ser despertada desde a infância”, sustenta o autor Cristiano Refosco, que há 13 anos atua no atendimento de crianças com deficiência e teve na sua rotina a inspiração para escrever e ilustrar a coleção.

Dados do IBGE de 2010 apontam que o número de indivíduos com algum tipo de deficiência física ou intelectual supera 20% da população brasileira, o que representa cerca de 45 milhões de pessoas. No Rio Grande do Sulsão 2,5 milhões de cidadãos nessa condição. Vale ressaltar que o termo “pessoas com deficiência” é o único que deve ser usado, conforme decisão da Organização das Nações Unidas, em 2008.


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