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8 de set de 2012

Cada lixo no seu lugar.



Grande parte do lixo reciclável é fácil de classificar: metais, vidros, papéis e plásticos vão para as lixeiras amarela, verde, azul e vermelha, respectivamente. Mas vez ou outra é preciso descartar materiais que parecem não se encaixar em nenhuma categoria. Isopor limpo e CD, por exemplo, são plásticos recicláveis. Borrachas, espumas e tecidos devem ser jogados no lixo orgânico

Daniela Macedo e Tânia Nogueira
Veja - 11/07/2012
Há, ainda, uma categoria de resíduos que, embora possam ser reaproveitados, não devem ir para a reciclagem comum. A lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada em 2010, recomenda que fabricantes, comerciantes e importadores de produtos como pilhas, lâmpadas fluorescentes e eletroeletrônicos recolham esses materiais para encaminhá-los à reciclagem ou dar a eles outra destinação adequada. Essa logística reversa, porém, ainda está em fase de estudos, e não há prazo para sua implantação. "A nova política de resíduos sólidos requer ações totalmente diferentes do sistema atual de descarte de lixo. É preciso, por exemplo, oferecer ao consumidor uma cadeia de coleta eficiente", explica a ambientalista Ana Maria Domingues Luz, presidente do Instituto Gea, de São Paulo. Veja, a seguir, como descartar sete tipos de lixo complicados.

MEDICAMENTOS
Por que requerem descarte especial:
 as substâncias químicas dos remédios podem contaminar o ambiente quando eles são jogados no lixo comum, na pia ou no vaso sanitário. "Além disso, o descarte inadequado de frascos contendo restos de medicamentos pode trazer risco à saúde de outras pessoas", diz a bióloga Patricia Blauth, especialista em minimização de resíduos da consultoria Menos Lixo, de São Paulo
Onde descartar: há pontos de coleta em lojas das redes de drogarias Panvel (RS, SC e PR), Droga Raia (SP, RJ, MG, RS, SC e PR) e da rede Pão de Açúcar/Extra (SP)

RADIOGRAFIA
Por que requer descarte especial:
 chapas de raio X levam prata em sua composição, metal nobre que pode ser reutilizado na confecção de joias e certos utensílios. Jogar radiografias no lixo comum, portanto, é um tremendo desperdício. Mas, como o processo de recuperação da prata pode gerar resíduos tóxicos, as chapas também não devem ir para a reciclagem comum
Onde descartar: nos postos de coleta do Hospital das Clínicas, em São Paulo, e do Hospital das Clínicas da Unicamp, em Campinas. Clientes dos laboratórios Fleury e a+ Medicina Diagnóstica podem entregar chapas antigas em unidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba, Recife, Porto Alegre e Brasília

CARTUCHOS DE TINTA E TONER
Por que requerem descarte especial:
 não devem ser encaminhados para a reciclagem comum para evitar o manuseio incorreto. Quando lavados em água corrente, por exemplo, cartuchos e toners podem contaminar o sistema de abastecimento. A manipulação do material também traz risco à saúde. O conteúdo do toner, um pó extremamente fino, pode atingir os pulmões se inalado
Onde descartar: a HP recolhe cartuchos e toners, além de outros equipamentos da marca, mas é preciso juntar cinco cartuchos de toner ou dez de tinta para solicitar o recolhimento por meio do site da empresa. A Epson disponibiliza postos de coleta em algumas lojas revendedoras

LÂMPADA FLUORESCENTE
Por que requer descarte especial:
 o vapor de mercúrio do interior da lâmpada é tóxico e contamina o ar quando o vidro se rompe.

Fonte:planetasustentavel.abril.com.br

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