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1 de jul de 2012

"Oração das crianças especiais" ou seria melhor criança com deficiência.

Desenho de três crianças e uma é cadeirante.

Acompanhando o Blog Centauro Alado li um post que me chamou a atenção em que expressa em uma canção o tal preconceito, aquele que existe por todas as partes e assim resolvi colocar este post para mostrar para quem acompanha meu blog o que esta canção se refere a nossas crianças e fica claro a indignação de Cristiano e somente uma pessoa tão sensível para enxergar em uma canção que muitos podem ler e achar tão bonitinha como tu falaste e não perceber o preconceito por traz dela e  concordo com seu ponto de vista quando isso vai acabar somos todos iguais.

 Encontrei na net uma tal de "Oração das Crianças Especiais".
      Para começar, Criança Especial é um termo em desuso. O correto é Criança com Deficiência.
      Qual o problema de usar o termo "criança especial", se é tão bonitinho e transforma as crianças com deficiência em anjos e em seres especiais???
      Esse é justamente o problema. Crianças serão sempre crianças, tendo ou não deficiências. Anjos e seres de luz são inerentes às crenças de cada um, e como crenças, devem ser respeitados. Porém, transformar uma criança que possui algum tipo de dificuldade motora ou cognitiva num anjo, só a segrega mais de todo o resto... É quase uma tentativa de compensar a deficiência...

      Fui lendo a  tal oração e apontando coisas que me indignaram... Bonitinha, mas reforça preconceitos...

 ORAÇÃO DAS CRIANÇAS ESPECIAIS (*AUTOR DESCONHECIDO)

"Bem aventurados os que compreendem o meu estranho passo a caminhar.

(Estranho passo??? O que é diferente da maioria tem que necessariamente ser estranho??? Preconceito puro!)

Bem aventurados os que compreendem que ainda que meus olhos brilhem, minha mente é lenta.

(Preconceito mais uma vez. Nem todas as crianças com deficiência possuem a “mente lenta”. Muitas crianças com paralisia cerebral, por exemplo, são motoramente comprometidas, mas intelectualmente preservadas, possuindo às vezes melhor cognição do que crianças sem deficiência alguma.)

Bem aventurados os que olham e não vêem a comida que eu deixo cair fora do prato.

(Nesse caso, quem olha e vê a comida que caiu fora do prato tem duas opções: ou perceber que a criança pode ser estimulada a comer da melhor maneira possível, ou perceber que a criança talvez não possua condições de se alimentar sozinha e que por isso, talvez precise de auxílio.)

Bem aventurados os que, com um sorriso nos lábios, me estimulam a tentar mais uma vez.
(O único ponto da “oração” que acho coerente. Sim, sempre devemos estimular novas tentativas. Porém, pés no chão e experiência, muitas vezes nos ensinam que algumas crianças terão os seus limites.)

Bem aventurados os que nunca me lembram que hoje fiz a mesma pergunta duas vezes.
(Algumas crianças apresentam estereotipias e “tiques” que podem ser controlados. Simplesmente esquecer que uma criança repete as suas perguntas pode tornar-se um estímulo à continuidade de comportamentos desnecessários.)

Bem aventurados os que compreendem que me é difícil converter em palavras os meus pensamentos.
(Sim, compreender é necessário, mas não deve-se parar por aí... Porém, em muitos casos, existe a possibilidade de buscar formas alternativas de comunicar-se com uma criança que possua dificuldade. Comunicação alternativa é uma delas.)

Bem aventurados os que me escutam, pois eu também tenho algo a dizer.
(Aguçar o poder de observação e trabalhar a paciência são boas dicas para entender o que uma criança possa estar querendo dizer.)

Bem aventurados os que sabem o que sente o meu coração, embora não o possa expressar.
(Para saber o que sente o coração de qualquer pessoa (com ou sem deficiência) é preciso conhecer essa pessoa. Ninguém tem bola de cristal e nem pode partir do pressuposto que todos sentem as mesmas coisas.)

Bem aventurados os que me amam como sou, tão somente como sou, e não como eles gostariam que eu fosse." 

(Reconhecer as diferenças - pois elas existem sim- e saber valorizar as suas facetas sempre é uma boa forma de lidar com elas.)

Fonte: Centauro Alado

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