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3 de nov. de 2014

Dia da instituição pelo direito do voto da mulher

Na fot mostra uma mulher votando pela primeira vez e ao seu redor mulheres e homens e a frase do lado direito: 3de novembro de 1930 Dia da instituição do direito de voto da mulher

Você sabe o que comemoramos no dia de hoje aposto que a maioria não sabe que nesta data há 83 anos nós mulheres avançamos na democracia pelos nossos direitos e ganhavamos o direito a votos e claro que sendo FEMINISTA das causas dos direitos das mulheres não podetia deixar de lembrar desta data tão importante.
Avançamos e muito e hoje eu com meus 33 anos agradeço á estas mulheres de garra que arremangaram as mangas e lutaram por seus direitos sei que a luta é continua pois vivemos em um país onde sempre temos que lutar por algo e pelo direito e empoderamento de nós mulheres são poucas que fazem a diferença mas são estas que não se calam pela hiprocrisia que nos é imposta.
Lutamos para acabar com a violência contra nós mulheres, contra o sexismo e o direito de igualdade de gênero. E podemos comemorar e muito pois conquistamos o mais alto poder de uma mulher governar por duas vezes o Brasil quer mais que isso.

Novembro Azul.

Na foto uma mão com luva Azul e o indicador de lado e a frase:Novembro Azul. Ei machão, é melhor levar um toque ali do que morrer com aquilo lá. Deixe de frescura. Troque o preconceito pela vida.

Saimos do mês de outubro ou melhor mês do OUTUBRO ROSA e entramos no mês de novembro ou NOVEMBRO AZUL é isso ai outubro dedicado ao câncer de mama e agora entramos no mês dedicado ao câncer de prostata então você que é homem deixa de lado o preconceito e de valor a sua vida realizando esta exame que é rápido e fundamental, troque seu preconceito pela vida.
EU APOIO..


Movimento Superação, superou até a chuva em Porto Alegre.

Na foto mostra os participantes um ao lado do outro.

É  nem a chuva que caiu ontem fez estes guerreiros abrirem mão do movimento que é realizado uma vez por ano e marcaram presença bem mais um encontro.
Eu não pude estar lá pois chuva e criança pequena não combinam.

5ª Edição do Movimento SuperAção é realizada em Porto Alegre

11 de jun. de 2013

Pessoas com Deficiência e o dia dos namorados.

  
Imagem com dois corações azuis onde um mostra o símbolo do deficiente e o outra de uma pessoa.
Aos amantes e namorados com deficiência viva este dia com um lindo brilho no olhar, nunca esquecendo que todo dia deve ser curtido ao lado de quem se ama, superando limites e vencendo barreiras que somente quem ama é capaz de vencer.

Seja a luz dos olhos...
Seja o andar.....
Seja o meu sonhar....

Hoje é dia dos namorados. Uma data em que as pessoas esquecem intrigas, desafetos e ciúmes. Como uma nuvem passageira todos se entrelaçam na emoção que somente o amor pode proporcionar.
Naturalmente que com as pessoas com deficiência ocorrem os mesmos desejos, as mesmas vontades e emoções. Pessoas com deficiência são pessoas sexuadas, amam, fazem amor e se relacionam como qualquer outra. As dificuldades e desafios enfrentados por pessoas com deficiência quando o assunto é namoro são fatos que conforme avança o processo da diversidade nas relações humanas indica que gradativamente as pessoas vão aceitando mais relacionamentos de pessoas com deficiência com aquelas sem deficiência ou encarando de forma natural os relacionamentos entre pessoas com deficiência. Vamos verificar algumas situações.
No mundo da paquera prevalece aquela troca de olhares, nessa direção como agem as pessoas com deficiência visual?
A visão como sentido predominante pode nos dar a sensação de domínio da situação ou do ambiente, porém ela também nos ilude, uma vez que não se caracteriza como sentido analítico, de acesso direto ao objeto. Quando privados da visão, estamos ausentes de cerca de 80% dos estímulos visuais do ambiente, o que para muitos poderá representar desespero. Porém outros canais passam a interagir e captar os estímulos de que precisamos, basta saber prestar a atenção nas pistas recebidas.
Os aromas parecem serem mais fortes, os sons ficam mais perceptíveis e assim por diante. Isso não representa que a pessoa com deficiência visual tenha uma melhor audição ou olfato, mas sim que aprendeu a prestar a atenção nas informações que outros sentidos possam oferecer. Em sendo assim, a pessoa cega ou com baixa visão irá valorizar outros adjetivos da pessoa pretendida, como a voz, o cheiro, o toque... existem muitas mulheres que se relacionam com homens cegos e adoram, pois a sensibilidade faz com que eles trabalhem mais as preliminares e possuam mais tato para lidar com a relação sexual.
E a pessoa com deficiência física, o cadeirante em especial? Vivemos num mundo onde constantemente somos pressionados pela beleza física. Os olhos verdes, a pessoa alta, a bunda atraente e outros requisitos são colocados em primeiro plano como elo mágico para unir as pessoas. Assim as pessoas que fogem aos padrões que a sociedade impõe, sofrem com o preconceito e o desprezo. No entanto, quando as pessoas se aproximam, diferenças presentes gradativamente vão se reduzindo, abrindo espaços para outros modos de sedução.
Pessoas com deficiência intelectual, também têm o direito de se relacionar, de se envolver sexualmente. Temos que compreender e aceitar a sexualidade como instrumento relacionado e não unicamente como ato sexual. A sexualidade tem que ser entendida como:
• expressão da afetividade;
• capacidade de estar em contacto consigo e com o outro;
• construção da autoestima e do bem-estar.
Toda mulher tem alguma parte do corpo que gostaria de mudar, seja uma gordurinha extra, um nariz longo ou um cabelo armado. De qualquer forma, existem algumas coisas que não podem ser mudadas com tanta facilidade, como uma paralisia ou a falta de um membro do corpo.
A vaidade pode ser um ponto comum entre elas, mas as semelhanças não param por aí. A sexualidade também está na lista. Deficiência não é sinônimo de impotência, é apenas uma forma de desenvolver novos métodos para sentir o prazer.
VEJA QUEM EU SOU... E COMO COMO ESTOU...
Dedico á você neste dia...
Fonte:cetspeducacao.blogspot.com.br

28 de mai. de 2013

História de vida de Dorina Nowill.

Dorina Nowill.


Em 28 de maio, nossa fundadora, Dona Dorina De Gouvêa Nowill faria 94 anos.
Dorina ficou cega aos 17 anos e, desde 1946, quando fundou com amigas a Fundação para o Livro do Cego no Brasil, passou a trabalhar pelos deficientes visuais no país e fora dele. Em 1991, a fundação ganhou seu nome e hoje é referência em programas de inclusão, além de operar a imprensa braille que tem a maior produção da América Latina. 
''Quando perdi a visão, percebi que algo tinha se modificado. Nesse momento tão particular, simplesmente surgiu uma força interior que me impulsionou a encarar a própria vida ‘sem ver’ e a importância que dei a outras possibilidades foi muito maior que o desespero de ter perdido a visão. Eu tinha de enfrentar as situações como elas se apresentavam e todos esperavam a minha reação; nesse momento foram surgindo soluções de acordo com meu temperamento e com minhas aspirações. Hoje acredito que não perdi aspirações, apenas tive de modificá-las um pouco, até mesmo para mantê-las, mesmo dentro de situações para as quais não estava preparada integralmente'', contou ela em sua autobiografia lançada em 1996, ...E Eu Venci Assim Mesmo, em que conta em detalhes de como cuidou dos filhos, da casa, do casamento e de suas ações sociais ao mesmo tempo.

Nascida em 1919, filha de pai português e mãe italiana, Dorina cresceu na Rua Matias Aires, entre a Frei Caneca e a Augusta, região central de São Paulo, e foi matriculada no instituto Elvira Brandão onde foi contemporânea dos futuros atores Paulo Autran e Célia Biar. Empolgou-se com a revolução constitucionalista de 1932 participando da coleta de cigarros e sabonetes para os soldados. Frequentava o Clube Português e era uma menina comportada.

A aba bateu em seu olho direito
Em 16 de agosto de 1936 foi com a família à missa das 9h do Colégio São Luiz. Naquela manhã, uma amiga de sua mãe usava um chapéu de abas largas. Ao se despedirem, ela quis dar um beijo em Dorina e a aba bateu em seu olho direito. No dia seguinte de manhã, fechou o olho esquerdo e no outro surgiu uma mancha opaca, bem no centro da visão. A mácula havia sido afetada, não pelo choque, mas por uma razão clínica não traumática como descobriu depois.

O que se seguiu foram visitas a oftalmologistas, exames e mais exames, mas em 14 de outubro ''vi uma cortina de sangue e nada mais distingui. Era como se eu estivesse vendo uma vidraça com chuva escorrendo. Em vez de água, sangue''. Ela, então, soube que não mais poderia enxergar. Sua mãe pediu a Deus: ''Se Dorina não puder voltar a ver, que pelo menos se conforme, aceite e possa assim viver''.

De 1936 a 1943, Dorina viveu um processo de adaptação a seu novo modo de vida. Foi apresentada ao método braile de leitura e sua mãe pode comemorar o ''milagre da aceitação''. Naquele ano, 1943, ela conseguiu uma vitória inédita – ser aceita como aluna regular no Caetano de Campos, para o Curso Normal. Foi a primeira aluna cega a matricular-se em São Paulo numa escola comum de formação de professores. Ainda estudante, outra conquista foi quando a mesma escola implantou o primeiro curso de especialização de professores para o ensino de cegos em 1945. Em 2008, ela contou como conseguiu não desistir: ''Eu perdi a visão e ao mesmo tempo encontrei o apoio de meus pais em tudo o que eu queria realizar. Devo a eles a forma de encarar com realidade as novas situações e de resolver os problemas sem mistificações, mas dentro de uma proposta real de vida, baseada sempre na verdade. O início foi encarar a realidade como ela se apresenta, pois é aí que encontramos forças para dominar o desânimo e a falta de coragem; depois encontrar soluções mais adequadas, embora diferentes daquelas com que todos nós contamos desde os primeiros dias de vida''.

Após diplomar-se, viajou para os Estados Unidos, com uma bolsa de estudos patrocinada pelo governo americano, pela Fundação Americana para Cegos e pelo Instituto Internacional de Educação. Frequentou um curso de especialização na área de deficiência visual na Universidade de Columbia. Ao voltar ao Brasil, Dorina mergulhou no trabalho para implantar a primeira imprensa braile de grande porte no país. Também foi convidada a organizar o Departamento de Educação Especial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Esse cargo foi fundamental para ela e seus amigos comemorarem quando a educação para cegos se transformou em atribuição do governo por força de lei. Em 1953, em São Paulo, e em 1961, em todo o país.

Companheiro de toda uma vida
Em fevereiro de 1950, casou-se com Alexandre Nowill, companheiro de toda uma vida, com quem teve cinco filhos e viveu uma relação de companheirismo em todas as atividades em que acabou se envolvendo.

Dorina foi convidada para dirigir o primeiro órgão nacional de educação de cegos no Brasil, criado pelo Ministério da Educação, em que permaneceu de 1961 a 1973 tocando projetos que implantaram serviços para cegos em diversos estados do país, além de campanhas para a prevenção da cegueira. ''Aprendi que eu mesma teria de resolver como manter as minhas aspirações dentro de um nível capaz de me satisfazer, mas nunca pensei em desistir e fui resolvendo grandes problemas, mesmo com elementos diferentes do início da minha vida.''

O reconhecimento pelo trabalho de Dorina Nowill foi além de nossas fronteiras. Ocupou cargos em organizações internacionais de cegos. Em 1979, foi eleita presidente do Conselho Mundial dos Cegos. Em 1981, Ano Internacional da Pessoa Deficiente, discursou na ONU. E ainda batalhou com ardor pela criação da União Latino-Americana de Cegos (ULAC). Certa vez, viajou sozinha a Nova York e, depois de esbarrar em muita lata de lixo, aprendeu a se virar com a bengala. ''Sem força interior não se encontram soluções. Viver tem que ser real, não pode ser uma história, é preciso viver e ‘viver é realizar’. A realidade, muitas vezes, é dura, mas é preciso enfrentá-la.''

O primeiro centro de reabilitação
Em 1989, Dorina registrou mais uma vitória, quando o Congresso Nacional ratificou a Convenção 1599 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que trata da reabilitação, do treinamento e da profissionalização de cegos, resultado de mais uma luta, que havia começado 18 anos antes com o primeiro centro de reabilitação criado pela fundação.

O Centro de Memória da fundação guarda a história de luta pela inclusão social em sua sede, na Vila Clementino, em São Paulo. Ali, uma exposição aberta ao público orienta museus a receberem pessoas com deficiência visual e, desde 2006, promove o programa de formação em acessibilidade para museus. Estudantes cegos de todo o Brasil estudam com os livros produzidos na fundação. Eles imprimem ainda as revistas VEJA e CLAUDIA, além de outras específicas sob demanda. A Biblioteca Circulante de Livro Falado da Fundação Dorina Nowill para Cegos possui um acervo com cerca de 900 títulos em áudio de obras de diversos autores, desde clássicos da literatura brasileira aos mais variados best-sellers internacionais.

Esse serviço está disponível gratuitamente para pessoas com deficiência visual de todo o Brasil. ''Acreditamos que a educação seja o melhor caminho para a inclusão social. Para a pessoa com deficiência visual, ter acesso garantido à literatura, ao estudo ou ao entretenimento é questão primordial em seu desenvolvimento pessoal. Anualmente são produzidas milhares de páginas em braile de livros didático-pedagógicos, paradidáticos, literários e obras específicas solicitadas pelos deficientes visuais... A natureza é sábia. O rico potencial do ser humano procura suprir quaisquer perdas. É preciso enfrentá-las em toda a sua realidade. Muito difícil para uns, um pouco menos para outros, fácil para ninguém.''
Fonte:Google

25 de abr. de 2013

DIA INTERNACIONAL DO CÃO GUIA.

Imagem de uma mulher abaixada em frente ao cão guia e passando as mãos nele.

Hoje é um dia muito importante, é o Dia Internacional do Cão Guia. Os cães guia são a maior referência para a população quando falamos de cães de serviço. Isso porque o auxílio ao deficiente visual foi, provavelmente, a primeira função “moderna” de trabalho dos cães para o homem. Moderna porque o cão sempre teve funções para o homem, seja a caça, pastoreio, guarda, tração, etc. Os primeiros cães guia datam da metade do século XVI, e as primeiras escolas de treinamento para cães guia foram fundadas na Alemanha durante a 1ª Guerra Mundial. Estes cães eram treinados para auxiliarem na mobilidade de veteranos de guerra que haviam sido feridos e perdido a visão durante o combate. Eles eram originalmente Pastores Alemães, hoje temos uma grande maioria de Labradores e Golden Retrievers trabalhando como cães guia, muitas vezes um cruzamento entre estas duas raças.
A partir dos cães guia, o homem pôde passar a usar a criatividade para utilizar as habilidades caninas em benefício das pessoas que precisavam delas. Hoje já temos cães de assistência à pessoas com diversos tipos de deficiência física (visual, auditiva, motora, locomotora,…), temos cães de assistência para o autismo, diabetes epilepsia e até mesmo cães que têm a função de identificar células cancerígenas em humanos. E muitas outras funções tem sido atribuidas aos cães, como os cães terapeutas, auxiliando sessões de terapias para o tratamento de saúde humana.

No Brasil a realidade dos cães de serviço é que ainda é uma área deficiente de recursos e conhecimento. Por mais que a lei garanta que o cão guia (só eles, por enquanto) podem ter acesso à TODOS os lugares, eles ainda sofrem do preconceito de algumas pessoas, e seus donos ainda precisam se apoiar na lei e lutar para que seus direitos sejam garantidos.
Mas com a informação, geração de conhecimento e educação podemos chegar longe. Até o dia em que veremos cães de serviço executando as mais diversas tarefas e auxiliando pessoas em necessidade em todos os lugares, sejam shoppings, escolas, hospitais, escritórios, metro, ônibus,… Veremos então um enorme respeito à estes seres que nos servem com prazer, amor e carinho, e que nos inspiram e mostram o quão melhores podemos ser.
Sugerimos aqui alguns links de instituições e projetos que trabalham para a promoção do cão guia no Brasil, seja treinando ou importando e adaptando estes cães para que possam ser doados para os deficientes visuais. Vale a nossa visita e apoio:
Escola de Cães Guia Helen Keller - http://www.caoguia.org.br

25 de mar. de 2013

241 anos de Porto Alegre


Imagens da capital
Hoje minha Porto Alegre querida completa 241 anos, cidade onde nasci e daqui não saí, lugares lindos aqui tem, pessoas alegres também.


Morar aqui é sem dúvida nenhuma a certeza que aqui seguirei e ter a certeza que aqui meus filhos terei.


Cidade dos Porto dos Casais aqui me encontrei.


Carol Acessibilidade






POEMA


Porto Alegre contemporânea

Ontem Porto dos Casais

Tempos que não voltam mais

De quando vem a saudade

Hoje se fez a cidade

Que traz consigo a história

De uma epopéia de glória

Dos cantores, guitarreiros

Dos poetas, dos povoeiros

Terra da hospitalidade

Tu és a bela cidade

Símbolo de um povo guerreiro

21 de mar. de 2013

Dia Internacional Contra o Racismo.21/03


 Três crianças negras.

Definição de racismo
nome masculino
1. teoria que afirma a superioridade de certas raças e nela assenta a defesa do direito de dominar ou mesmo suprimir as outras
2. atitude preconceituosa e discriminatória contra indivíduos de determinada(s) raça(s) ou etnia(s)
(De raça+-ismo, ou do francês racisme, «idem»)

Como surgiu esta data:

No dia 21 de março de 1960, na cidade de Joanesburgo, capital da África do Sul, 20 mil negros protestavam contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles podiam circular.

No bairro de Shaperville, os manifestantes se depararam com tropas do exército. Mesmo sendo uma manifestação pacífica, o exército atirou sobre a multidão, matando 69 pessoas e ferindo outras 186. Esta ação ficou conhecida como o Massacre de Shaperville. Em memória à tragédia, a ONU – Organização das Nações Unidas – instituiu 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial.

O Artigo I da Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial diz o seguinte:

"Discriminação Racial significa qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou o efeito de impedir ou dificultar o reconhecimento e exercício, em bases de igualdade, aos direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou qualquer outra área da vida pública"

O racismo se apresenta, de forma velada ou não, contra judeus, árabes, mas sobretudo negros. No Brasil, onde os negros representam quase a metade da população, chegando a 80 milhões de pessoas, o racismo ainda é um tema delicado.

Para Paulo Romeu Ramos, do Grupo Afro-Sul, as novas gerações já têm uma visão mais aberta em relação ao tema. “As pessoas mudaram, o que falta mudar são as tradições e as ações governamentais”, afirma Paulo. O Grupo Afro-Sul é uma ONG de Porto Alegre, que promove a cultura negra em todos os seus aspectos.

Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD – em seu relatório anual, "para conseguir romper o preconceito racial, o movimento negro brasileiro precisa criar alianças e falar para todo o país, inclusive para os brancos. Essa é a única maneira de mudar uma mentalidade forjada durante quase cinco séculos de discriminação”.

Aproveite esta data para refletir: você tem ou já teve atitudes racistas?

Minha opinião:
Racismo palavra praticada nos gestos,atitudes e na maneira de pensar esta é a melhor definição.
Você já teve atitudes RACISTAS?
Não podemos esquecer que somos todos iguais independente de raça ou cor.

20 de mar. de 2013

Dia Internacional da Síndrome de Down.21/03

 Desenho de uma menina Down de braços cruzados e ao lado dela escrito" Síndrome de Down". 






O dia 21 de março é uma data importante: é comemorado o Dia Internacional da Síndrome de Down. Nesse dia, a Câmara fez uma linda festa para as pessoas com Síndrome de Down, clique aqui para ver como foi.

Será que você tem algum amigo com Síndrome de Down? Já parou para pensar no que é isso?

A Síndrome de Down é um acontecimento genético natural e universal. Isso quer dizer que a síndrome não é resultado da ação ou do descuido de mães ou pais, como muitos pensam. E nem é uma doença. Ela é causada por um erro na divisão das células durante a formação do bebê (ainda feto). Só para você ter uma idéia, de cada 700 bebês que nascem, UM tem Síndrome de Down. Por isso, qualquer mulher, independente da raça ou classe social pode ter um bebê Down. Até hoje, a ciência ainda não descobriu os motivos que provocam essa alteração genética, portanto não há como evitar.

Genética

Você já deve ter ouvido falar que todas as características de uma pessoa - a cor da pele, dos olhos, o tipo e cor dos cabelos, a altura e tudo mais – são herdados (transmitidas) dos pais, certo? Como? Por meio dos genes. São os genes, presentes nos cromossomos, que carregam tudo o que somos. Cromossomos são pedacinhos do núcleo das células que contém as características que cada um de nós herda do pai e da mãe.

Mas mesmo sabendo que existem semelhanças entre as pessoas com Down, não há exames que determinem, no nascimento, como a pessoa (criança, depois adolescente e adulto) vai evoluir durante a sua vida. Mas hoje, com as descobertas da medicina, sabe-se que para a criança down desenvolver todo seu potencial é importante que, desde cedo, seja amada e estimulada pelos pais, irmãos e profissionais habilitados.

A alteração genética das crianças com Down faz com que todas elas sejam muito parecidas e tenham as seguintes características:

1 - hipotonia (flacidez muscular, o bebê é mais molinho);
2 - comprometimento intelectual (a pessoa aprende mais devagar);
3 - aparência física (uma das características físicas são os olhinhos puxados).

Aceitar as diferenças

Atualmente, a Síndrome de Down é mais conhecida, o que permite mais qualidade de vida, melhores chances e desenvolvimento para os portadores. Mas, infelizmente, esse avanço ainda não foi suficiente para acabar com um dos principais obstáculos que as pessoas com Down enfrentam: o preconceito.

O fim da exclusão

Já houve várias novelas e filmes que mostraram que os portadores da síndrome podem ter uma vida normal, embora necessitem de cuidados. Há alguns anos, a novela "Páginas da Vida" mostrou a menina Clara, uma criança com Síndrome de Down. Até alguns anos atrás, poucos sabiam que quem possui a síndrome é capaz de trabalhar e até de atuar como fez a atriz mirim Joana Mocarzel, que representou a Clara.

Sabia que existem ações para diminuir a exclusão social da pessoa com Down? Confira quais são:
- a transmissão das informações corretas sobre o que é a síndrome;
- o convívio social;
- a garantia de espaço para participar de programas voltados ao lazer, à recreação, ao turismo e à cultura;
- capacitação de profissionais de Recursos Humanos para avaliar adequadamente pessoas com Síndrome de Down, entre outras.

A data

O dia 21 de março foi escolhido pela associação "Down Syndrome International" para ser o Dia Internacional da Síndrome de Down em referência ao erro genético que a provoca. Todo mundo tem 23 pares de cromossomos. Quem tem Down tem três cromossomos no par de número 21 (daí a data 21/03).

Fonte: Instituto Meta Social

7 de mar. de 2013

História do Dia Internacional da Mulher.

Ilustração de mulheres bem arrumadas.


No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Objetivo da Data 
Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Conquistas das Mulheres Brasileiras 
Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

Marcos das Conquistas das Mulheres na História 

- 1788 - o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.
- 1840 - Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos.
- 1859 - surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.
- 1862 - durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.
- 1865 - na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.
- 1866 - No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas
- 1869 - é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres
- 1870 - Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.
- 1874 - criada no Japão a primeira escola normal para moças
- 1878 - criada na Rússia uma Universidade Feminina
- 1901 - o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres

4 de mar. de 2013

Semana dedicada a você Mulher....

                                     

                                SER MULHER....

Ser mulher é viver mil vezes em apenas uma vida... 
É lutar por causas perdidas e sair sempre vencedora... 
Ser mulher é caminhar na dúvida cheia de certezas...
É correr atrás das nuvens num dia de sol e alcançar o sol num dia de chuva... 
Ser mulher é chorar de alegria e muitas vezes sorrir com tristeza... 
É cancelar sonhos em prol de terceiros... 
É acreditar quando ninguém mais acredita... 
É esperar quando ninguém mais espera... 
Ser mulher é identificar um sorriso triste e uma lágrima falsa... 
É ser enganada e sempre dar mais uma chance... 
É cair no fundo do poço e emergir sem ajuda... 
Ser mulher é estar a mil lugares de uma só vez; é fazer mil papéis ao mesmo tempo; é ser forte e fingir que é frágil para ter um carinho. 
Ser mulher é estender a mão a quem ainda não pediu; é doar o que ainda não foi solicitado. 
Ser mulher é ser mãe dos seus filhos e dos filhos dos outros e amá-los igualmente; é ser nova quando o coração está a espera do amor, ser crescente quando o coração está se enchendo de amor, ser cheia quando ele já está transbordando de tanto amor e minguante quando este amor vai embora.

SEMANA DEDICADA Á TODAS AS MULHERES....

Símbolo de mulher.


3 de dez. de 2012

3 de dezembro – Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.

Mulher em cadeira de rodas fala em uma reunião com muitas pessoas.


Hoje, 3 de dezembro, comemora-se o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, data estabelecida desde 1998 pela Organização das Nações Unidas – ONU com o objetivo de gerar discussões sobre a situação das pessoas com deficiência, seus direitos e necessidades.
Segundo a ONU, aproximadamente 10% da população mundial vive com algum tipo de deficiência física ou mental, das quais cerca de 80% em países em desenvolvimento. No Brasil existem, segundo dados do censo do IBGE 2010, 45,6 milhões de pessoas que se declaram com deficiência, o que corresponde a 23,9% da população total. Isso é quase 1 a cada 4 brasileiros, mas pouco as vemos nas ruas, escolas e ambientes de trabalho, ou ocupando espaços políticos e de poder. Por quê?
O fator limitador é o meio em que a pessoa está inserida, as barreiras e limitações nos espaços públicos e privados, nos meios de transporte e nos meios de comunicação, e não o limite individual da pessoa com deficiência. Desconhecimento, preconceito e falta de vontade política impedem o pleno desenvolvimento do potencial dessas pessoas e sua autonomia. Assim, muitas ficam confinadas ao espaço doméstico, sem acesso a educação e saúde, e quase sempre a cargo de uma mulher, a quem o papel de cuidadora ainda é tradicionalmente atribuído.
Mulheres e meninas com deficiência 
A invisibilidade a que as pessoas com deficiência estão sujeitas é apenas um dos aspectos dessa realidade. Dados da ONU mostram, e o governo brasileiro reconhece, que entre as pessoas com deficiência, mulheres e meninas são as mais vulneráveis à violência e ao abuso.
 Entre as pessoas mais pobres do mundo, 20% têm algum tipo de deficiência. Mulheres e meninas com deficiência são particularmente vulneráveis a abusos. Pessoas com deficiência são mais propensas a serem vítimas de violência ou estupro, e têm menor probabilidade de obter ajuda da polícia, a proteção jurídica ou cuidados preventivos. Cerca de 30% dos meninos ou meninas de rua têm algum tipo de deficiência, e nos países em desenvolvimento, 90% das crianças com deficiência não frequentam a escola. (Do website da ONUBr)

Assim, o artigo 6, item 2 da Convenção, estabelece:
Os Estados Partes tomarão todas as medidas apropriadas para assegurar o pleno desenvolvimento, o avanço e o empoderamento das mulheres, a fim de garantir-lhes o exercício e o gozo dos direitos humanos e liberdades fundamentais estabelecidos na presente Convenção.
Uma vez que a violência, a ausência de acesso a serviços básicos e de oportunidades afetam de maneira particularmente perversa a população negra, é provável que a situação seja ainda mais crítica nessa população.
Portadoras de Direito
Tradicionalmente as pessoas com deficiência têm sido vistas com condescendência e como objeto de caridade, quando devem ser tratadas como sujeitos de direito, de maneira igualitária e com respeito às suas diferenças e necessidades específicas, com regras que garantam seu pleno atendimento e autonomia.
Em 3 de maio de 2008 foi aprovada e entrou em vigor a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo. No mesmo ano, o governo brasileiro ratificou a Convenção e seu Protocolo, que desse modo obtiveram equivalência de emenda constitucional e devem orientar os esforços para garantir vida digna e plena a pessoas com todo tipo de deficiência.
Os princípios gerais da Convenção são os seguintes:
a)    O respeito pela dignidade inerente, a autonomia individual, inclusive a liberdade de fazer as próprias escolhas, e a independência das pessoas;
b)    A não discriminação;
c)     A plena e efetiva participação e inclusão na sociedade;
d)    O respeito pela diferença e pela aceitação das pessoas com deficiência como parte da diversidade humana e da humanidade;
e)    A igualdade de oportunidades;
f)      A acessibilidade;
g)    A igualdade entre o homem e a mulher;
h)    O respeito pelo desenvolvimento das capacidades das crianças com deficiência e pelo direito das crianças com deficiência de preservar sua identidade.
O documento integral da Convenção está disponível neste link: http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/publicacoes/convencao-sobre-os-direitos-das-pessoas-com-deficiencia
Políticas públicas brasileiras
No Brasil, as políticas de acessibilidade e oportunidade igualitária para pessoas com deficiência estão a cargo da  Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Alguns dos programas voltados a essa população são:
  • Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego): criado pelo Governo Federal, em 2011 com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica.
  • Benefício de Prestação Continuada, da Previdência Social, a pessoas de baixa renda. Contempla o BPC na Escola, para garantir a permanência na escola de pessoas com deficiência beneficiárias do BPC até os 18 anos de idade, e o BPC Trabalho, para capacitar profissionalmente pessoas com deficiência, entre 16 e 45 anos,
  • Crédito Acessibilidade, em parceria com o Banco do Brasil: destinado ao financiamento de bens e serviços voltados para Pessoas com Deficiência.
  • Lei de Inclusão Social, aprovada em 2004, que obriga as empresas com mais de cem funcionários a ocupar de 2% a 5% das vagas com deficientes.
  • Obrigatoriedade da audiodescrição da TV aberta nacional: programa ainda não implementado, que consiste na narração que descreve elementos visuais e qualquer informação necessária para que os deficientes visuais possam compreender a programação.
Estigma 
A data de hoje deve servir para lembrar que as questões que envolvem a situação das pessoas com deficiência estão longe de ser resolvidas. Além da falta de políticas públicas e da aplicação insatisfatória das que já existem, a pessoa com deficiência enfrenta diversos estigmas na vida em sociedade. Crianças com deficiência são aceitas com restrições e desconfiança até nas melhores escolas particulares. Há casos de pais e mães de alunos sem deficiência que não aceitam bem a presença de crianças com necessidades especiais. Ou quando aceitam, não passa disso: aceitação. Raramente há um real acolhimento.
O mercado de trabalho também tem dificultado a plena autonomia dessa população. Apesar da Lei de Inclusão Social, que prevê a contratação de pessoas com deficiência, e do constante monitoramento e autuação por parte do Ministério do Trabalho, as empresas alegam que há dificuldade em encontrar profissionais qualificados, o que infelizmente é verdade, em virtude do acesso deficiente dessa população à educação básica, profissionalizante e superior, mas é verdade também que muitas empresas não estão dispostas a investir nas adaptações necessárias para receber essas pessoas, como demonstra um levantamento citado na página da ONU Brasil (aqui).
Felizmente há exceções, e o Senac é um desses exemplos. A entidade tem um programa sólido de contratação de pessoas com deficiência, e quem como eu frequenta ou frequentou o Senac São Paulo tem a oportunidade de constatar isso em suas unidades.  Aqui a página do programa de contratação.
Uma questão pessoal
Como mãe de um jovem de 18 anos de idade portador de deficiência física (mobilidade reduzida), autonomia foi sempre a palavra de ordem aqui em casa. Reconhecemos que somos pessoas privilegiadas do ponto de vista socioeconômico e por isso meu filho pôde ter até agora acesso a excelente educação e atendimento global de saúde, o que não deveria ser privilégio, e sim um direito de todo cidadão e toda cidadã, especialmente aqueles e aquelas em situação de vulnerabilidade.
Mas autonomia não basta. A pessoa com deficiência precisa e merece ser vista como igual, obviamente com respeito às suas particularidades. Ela não precisa de compaixão. Não precisa ser ajudada o tempo todo, ainda mais de maneira ostensiva. Não precisa de conselhos, comparações com outras pessoas com deficiência, muito menos de apoio religioso, exceto se solicitado. Pessoas raramente têm múltiplas deficiências, mas tem gente que parece sempre achar que é preciso falar com a pessoa com necessidades especiais (incluindo aí o idoso) mais alto ou mais devagar.
Fonte:http://blogueirasfeministas.com

Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.

Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.

dia internacional das pessoas com deficiência (3 de dezembro) é uma data comemorativa internacional promovida pelas Nações Unidas desde 1998, com o objetivo de promover uma maior compreensão dos assuntos concernentes à deficiência e para mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e o bem estar das pessoas. Procura também aumentar a consciência dos benefícios trazidos pela integração das pessoas com deficiência em cada aspecto da vida política, social, econômica e cultural. A cada ano o tema deste dia é baseado no objetivo do exercício pleno dos direitos humanos e da participação na sociedade, estabelecido pelo Programa Mundial de Ação a respeito das pessoas com deficiência, adotado pela Assembleia Geral da ONU em 1982.

O dia de hoje devemos refletir sobre nossas vitórias, nossas lutas pois é de luta de avançamos na inclusão, somente cobrando, colocando a boca no trombone que conseguimos nossos direitos, muitas vezes desrespeitados mas mesmo assim lutamos, eu particularmente não tenho o que comemorar pois só encontro barreiras no meu caminho, mas mesmo assim continuo trilhando meu caminho, sei que muito tem se feito mas temos muito a avançar só assim seremos por iguais, temos direito a cultura, educação, trabalho e saúde mas na pratica isto não funciona mesmo, então hoje reflito sobre minhas lutas diárias e minhas conquistas nunca me conformando e aceitando mas sim lutando por todos que um dia poderão passar pelo mesmo caminho que eu, não quero ser uma pessoa com deficiência que aceita de cabeça baixa e nada faz, mas quero sim ser alguém que olha em direção a todos pois as dificuldades minhas são as mesmas de outras pessoas e porque agir como egoista e lutar só por mim, não sou alguém que aprendeu muito com a vida e uma delas é ser humana, não quero salvar o mundo mas quero sim avançar quando o assunto e respeito e igualdade.
As leis foram  criadas para nos assegurar de nossos direitos mas na prática elas não funcionam e nos que temos que ir em busca de nossos direitos, isso é igualdade? Não, mas sim o desrespeito do que vale leis se não são cumpridas.
Neste dia de hoje seria legal que nossos governantes passassem um dia como pessoas com deficiência e enfrentar nossas dificuldades será que depois disso seriamos vistos por eles ou continuaríamos invisiveis a seus olhos.
Agradecer aqueles guerreiros que iniciarão estas lutas pois sem a coragem deles hoje ainda estariamos trancados dentro de casa e vistos como os excluidos da sociedade.
Carol Acessibilidade. 

19 de nov. de 2012

DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA.

DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA


História do Dia Nacional da Consciência Negra
Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.
A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.
Importância da Data
A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira. 
A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão. 
Vale dizer também que sempre ocorreu uma valorização dos personagens históricos de cor branca. Como se a história do Brasil tivesse sido construída somente pelos europeus e seus descendentes. Imperadores, navegadores, bandeirantes, líderes militares entre outros foram sempre considerados hérois nacionais. Agora temos a valorização de um líder negro em nossa história e, esperamos, que em breve outros personagens históricos de origem africana sejam valorizados por nosso povo e por nossa história. Passos importantes estão sendo tomados neste sentido, pois nas escolas brasileiras já é obrigatória a inclusão de disciplinas e conteúdos que visam estudar a história da África e a cultura afro-brasileira.
Fonte:Google

Vejo a discriminação de cor e de raça como algo absurdo aos olhos de um preconceituoso e o que nos diferenciam uns dos outros é apenas a cor da pigmentação da pele, então esta na hora de acabarmos com o preconceito pois ele surgi através de nos e com isso repassamos para nossas crianças.
Crianças não sabem o que é preconceito até ensinarmos a elas.

Em noite de homenagem a Martin Luther King Jr., famosos reforçam luta contra o preconceito


Homenageados listados abaixo


Em edição comemorativa pelos seus 10 anos, o Troféu Raça Negra homenageou na noite desta segunda-feira, 19, Martin Luther King Jr., com a presença da herdeira do líder, Bernice King. A jornalista Glória Maria e os atores Cacau Protásio e Jean Paulo Campos estavam entre os premiados

O Troféu Raça Negra 2012 comemorou os dez anos do maior prêmio da comunidade negra no Brasil, em evento realizado na Sala São Paulo, na capital paulista, nesta segunda-feira, 19. A edição homenageou Martin Luther King Jr.(1929 - 1968), na presença de Bernice King, herdeira do líder americano que se tornou ícone no mundo todo por sua luta pela igualdade social.
Casal presente em todas as edições do prêmio, Antônio Pitanga (73) e Benedita da Silva comemoraram o avanço da comunidade negra no País, mas lembraram que ainda há muito para se fazer. "É o grande momento do negro, de reunir, de celebrar sua cultura", disse Benedita. "A ficha do brasileiro ainda não caiu por completo. Mas fico feliz de ver os negros se destacando cada vez mais em diferentes áreas", declarou o pai da atriz Camila Pitanga.
Elisa Lucinda (54) questionou a falta de espaço do negro na televisão. "Eu fiz uma vilã em Aquele Beijo e teve uma cena onde cinco negros contracenavam. E não era da senzala. Dá para ver que avançamos, mas não dá para dizer que acabou o preconceito. Ele existe, mesmo que de forma subliminar na cabeça das pessoas", disse.
Roberta Miranda (56) foi convidada para participar da premiação e lamentou que ainda exista discriminação entre etnias. "Isso devia nunca ter existido. É obrigação de todo ser humano respeitar e amar o outro. Eu vim aqui porque devo muito à comunidade negra. Minha carreira passou anos na África e na Angola, onde sempre fui bem recebida", comentou.
Em seu primeiro ano no evento, Cacau Protásio (37), a Zezé de Avenida Brasil, se mostrou feliz pelo espaço que os negros conquistaram e citou o presidente americano Barack Obama como exemplo. "Ver um negro inteligente comandando os Estados Unidos é motivo de muita, muita alegria", falou.
Troféu Raça Negra
A premiação começou por volta das 21h, com Margareth Menezes (50) cantando o hino nacional. Robson Caetano (48) e Joyce Ribeiro (33) foram os anfitriões da noite, com shows de Luiz MelodiaVanessa JacksonJair Rodrigues (73) e Sandra de Sá (57).
Como acontece anualmente, o Troféu Raça Nega foi entregue aos destaques do ano na comunidade negra, entreempresários, artistas e esportistas.
"Eu fico muito feliz por eu ser um ator mirim recebendo este prêmio. Meu personagem em Carrossel mostra como se deve respeitar os negros assim como todo mundo", disse Jean Paulo Campos, o Cirilo de Carrossel.
Cacau Protásio, o gari Sorriso e os medalhistas olímpicos FofãoFabiana e Anderson também subiram ao palco juntos para serem homenageados recebendo uma estatueta cada um.
Com 33 anos de carreira, Glória Maria (63) dedicou o troféu às filhas, Laura e Maria"Quero ver elas recebendo isso um dia, seja na profissão que elas escolherem", declarou.
A jornalista disse que ao longo de sua jornada televisiva lutou para mostrar que o 'negro também é bacana'. "Você é legal ou chato, mas não branco ou negro. Todos podemos ser iguais", comentou Gloria, que lamentou a falta de negros no jornalismo. "Surgiram tantos brancos talentosos durante o tempo que estou no ar e pouquíssimos negros. Falta oportunidade. Alguma coisa está errada nesta conta".
Carlinhos Brown (49), que foi indicado ao Oscar neste ano, também recebeu o troféu. "Para mim é mais importante porque esta não é uma agremiação que só premia, mas também une as pessoas", afirmou.
Fonte:caras.uol

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