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4 de jul de 2012

Plantas Sul-africanas podem ajudar na cura da depressão.


Planta


Compostos ajudam a ultrapassar barreira entre cérebro e sangue, agindo sobre o transportador glicoproteína-P
Cientistas da Universidade de Copenhague já haviam documentado que algumas substâncias presentes em plantas sul-africanas do gênero Cyrtanthus, um tipo de narciso, têm efeito em mecanismos cerebrais envolvidos na depressão. Agora, uma nova pesquisa da Universidade mostra como os compostos da planta têm características que lhes permitem ultrapassar a barreira hematoencefálica, que separa o cérebro do sangue.

Segundo os pesquisadores, ultrapassar essa barreira é o grande desafio no desenvolvimento de novas drogas que afetem o cérebro. "Os vasos sanguíneos do cérebro são impenetráveis para a maioria dos compostos. Uma das razões para isso é que a barreira possui proteínas transportadoras muito ativas. Podemos dizer que essas proteínas expulsam as drogas das células tão rápido quanto elas conseguem entrar", diz o professor Birger Brodin, responsável pelo estudo, publicado no Journal of Pharmacy and Pharmacology.
O estudo foi feito em modelos celulares geneticamente modificados da barreira hematoencefálica, que continham altos níveis do transportador glicoproteína-P, presente no cérebro. Segundo o pesquisador, alguns dos compostos da planta conseguem ser 'contrabandeados' pela barreira ao se comunicar com essa proteína transportadora. "Nosso resultado é promissor, e muitos dos compostos estudados devem ser testados como candidatos para o desenvolvimento de novas drogas", afirma. No entanto, ainda são necessárias mais pesquisas para determinar quais são os compostos exatos que têm esse efeito.
Saiba mais
Barreira Hematoencefálica
Estrutura em forma de membrana que protege o cérebro contra substâncias químicas presentes no sangue. Ela é semipermeável, impedindo a passagem de algumas substâncias e aceitando a de outras, permitindo assim que o órgão funcione normalmente. Apesar de seu efeito protetor, a barreira atrapalha a ação de drogas que pretendam agir diretamente no cérebro, como remédios contra a depressão.
Fonte: Veja
 

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